sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

TOU POSSE NO DIA 14 DE JANEIRO DE 2010, O PRESIDENTE DE MOCAMBIQUE - ARMANDO GUEGUZA




PARABENS ARMANDO EMILIO GUEBUZA

Discurso de Investidura de Armando Emilio Guebuza - 14/01/2010





Descentralização:
Promovendo a cidadania, a boa governação e a luta contra a pobreza



1. Introdução

É com muita emoção que nos dirigimos a todos vós, caros compatriotas, no País e no exterior, e aos nossos dignatários estrangeiros, por ocasião deste acto solene da nossa investidura. Uma saudação especial vai para os Senhores Chefes de Estado e de Governo que decidiram priorizar a sua participação nesta cerimónia, numa inequívoca expressão de amizade e estima pelo Povo Moçambicano e em sinal das excelentes relações entre o nosso Moçambique e os seus países. A vossa presença, Senhores Chefes de Estado e de Governo, que muito nos honra, é digna do nosso maior apreço. Muito obrigado por terem aceite o nosso convite.
Com este acto solene de investidura, acabamos de assumir o compromisso de honra de voltar a liderar os destinos do heróico Povo Moçambicano nos próximos cinco anos. Queremos usar esta oportunidade para, uma vez mais, saudar o nosso maravilhoso Povo pelo elevado nível de civismo, de maturidade política e de reiterado compromisso com a democracia multipartidária e o Estado de Direito Democrático que demonstrou ao longo da campanha eleitoral e no dia da votação.
Orgulhamo-nos de pertencer a um Povo com estas qualidades especiais, um Povo com aguçada sabedoria e profunda visão. Este é um Povo que nos inspira na nossa acção política, estrutura e corporiza a nossa visão de um Moçambique próspero, sempre unido, em paz e com crescente prestígio no concerto das nações.


2. A mensagem para a campanha eleitoral

Levamos ao eleitorado a mensagem da nossa disponibilidade de continuarmos a liderar o maravilhoso Povo Moçambicano na luta que trava contra a pobreza. Ao fazermos da luta contra a pobreza nosso estandarte eleitoral, fomos para além da simples e óbvia constatação de que a pobreza é um problema, um mal que flagela os moçambicanos, homens e mulheres, no campo e na cidade, do Rovuma ao Maputo e do Índico ao Zumbo.
Na interacção com o nosso Povo diagnosticámos as causas deste confrangedor e degradante fenómeno e enfatizámos que tínhamos apenas duas escolhas: ou resignarmo-nos, assumindo que a pobreza é um mal invencível, ou armarmo-nos da nossa auto-estima e lutar para o fazer recuar até passar à História. Articulamos, acima de tudo, certezas de que um Povo com um palmarés de vitórias como o nosso, estava em condições de continuar a usar criativamente o seu génio e as suas mãos dextras para vencer este mal.
Não foram apenas os apoiantes do partido vencedor que acreditaram nesta nossa mensagem, pois os resultados eleitorais demonstram que no nosso Moçambique a vontade de lutar contra a pobreza ultrapassa as cores político-partidárias. Assim, e com este capital de confiança e de legitimidade, queremos exortar a Nação Moçambicana que assuma que é chegado o momento de secundarizarmos as diferenças políticas que caracterizaram a competição pelo voto e dedicarmo-nos à luta contra a pobreza, com todas as nossas energias, a epopeia de um Povo que quer e sabe que pode e que está a vencer este flagelo.
Reafirmamos que, nós próprios, seremos o Presidente de todos os moçambicanos e o nosso governo, cuja composição anunciaremos em breve, vai respeitar e fazer respeitar o Estado de Direito Democrático e de Justiça Social, baseado no pluralismo político e de expressão, no respeito e garantia dos direitos e liberdades fundamentais de todos os cidadãos, independentemente de qualquer circunstância que os diferencie, assegurando igualdade de oportunidades.


3. Balanço do Quinquénio

O quinquénio que termina com esta cerimónia de investidura foi expressivo em realizações. A auto-estima do moçambicano, o seu orgulho pela sua história, cultura e feitos cristalizou-se. Tecendo-se nas malhas destas virtudes, o moçambicano aumentou a sua auto-confiança e gerou mais energias que despoletaram as suas natas, mas adormecidas capacidades de realização.
A Unidade Nacional consolidou-se ao longo deste quinquénio e mais compatriotas nossos sentiram-se encorajados a inserir-se política, social e economicamente em qualquer espaço do nosso solo pátrio. Com a Unidade Nacional, cresceu o sentido de Pátria, o amor pelos nossos símbolos e valores da moçambicanidade.
À extensão e largura do nosso belo Moçambique erguem-se outras realizações, marcos deste quinquénio. Temos mais locais onde antes sobressaíam escolas de construção precária e hoje funcionam escolas em alvenaria; Temos mais locais onde antes funcionavam instalações de saúde degradadas e hoje reluzem unidades sanitárias reabilitadas e com mais pessoal e logística; Temos mais locais onde antes a água potável era uma miragem e hoje jorra nos fontenários e nas torneiras, todo o dia, todos os dias; Temos mais locais onde o acesso ao computador era dependente da ligação nocturna do gerador e hoje os funcionários já não precisam de fazer horas extras para aceder a estas e a outras tecnologias de informação e comunicação pois a energia está disponível nas 24 horas do dia; Temos mais locais que eram descampados, povoados de ruínas ou de construções precárias e onde hoje se erguem residências, escritórios e outras infra-estruturas sociais e económicas que emprestam a sua imponência e beleza ao nosso já belo Moçambique; Temos mais locais onde pouco havia para fazer e hoje geram-se muitos postos de emprego, em cascata, graças ao investimento público e privado e à descentralização de recursos; Temos mais locais para onde viajar deixou de ser um martírio, um risco ou uma incerteza do tempo de chegada porque a reabilitação de estradas, pontes e ferrovias permite uma circulação em segurança e comodidade e com o viajante comunicável através da telefonia móvel.
Os 7 milhões operaram mudanças de vulto nos distritos. Em algumas zonas onde havia fome, hoje, o nosso sempre laborioso Povo clama por mercados para comercializar os seus excedentes. Clama por instituições financeiras para depositar as suas poupanças ou para buscar recursos financeiros para ampliar os seus negócios. Nalgumas zonas, a bicicleta e a motorizada já não são novidade. Nem o é a oficina onde estes meios de transporte são reparados. A novidade passou a ser a loja de venda dos seus acessórios.
Moçambique marchou, a passo acelerado. A pobreza, essa, recuou, consideravelmente.


4. Traduzindo o Compromissos eleitorais em programas

Queremos reafirmar que vamos cumprir com as nossas promessas eleitorais. Reiteramos este compromisso, galvanizados pela sublime certeza de que, atrás de nós, temos os milhões de braços de moçambicanos e de amigos de Moçambique, todos puxando numa mesma direcção, formando uma única e imparável força, capaz de lograr feitos à medida da grandeza desta Pátria de Heróis. É também esta convicção que esperamos da parte daqueles que vão ter a oportunidade de integrar a nossa equipe restrita de trabalho, o Governo da República de Moçambique. Queremos que cada um deles, no seu quotidiano, se sinta desafiado a honrar a confiança que nele depositarmos, fazendo da implementação do nosso manifesto eleitoral sua prioridade primeira e da humildade e bem servir Moçambique e o seu Povo, sua prática do quotidiano.
Discorrendo sobre os nossos compromissos, gostaríamos de reiterar que vamos continuar a consolidar a Unidade Nacional entre os moçambicanos, do Rovuma ao Maputo e do Índico ao Zumbo. Para nós, a Unidade Nacional é o sangue que corre em todas as artérias da nossa sociedade, levando o oxigénio da esperança e da nossa insofismável vontade de vencer obstáculos. A Unidade Nacional é, sobretudo, o sangue que transporta as imunidades necessárias para que, como um Povo, como uma Nação, não desfaleçamos perante esses obstáculos.
Já o dissemos e voltamos a reafirmá-lo aqui. A única alternativa à Paz é a própria Paz. Com a paz, e aqui destacamos, e aqui destacamos o papel dos partidos políticos, da comunicação social, das confissões religiosas e de outras organizações da sociedade, civil, com a paz, dizíamos nos abraçamos e sentimos a nossa irmandade a penetrar nas profundezas do âmago da nossa moçambicanidade, do nosso sistema de valores. Com a paz galvanizamo-nos para desenvolver a nossa Pátria Amada.
A Unidade Nacional e a Paz são fundamentos para a consolidação da democracia multipartidária em Moçambique. Neste contexto, convidamos a todos os partidos e coligações de partidos do nosso firmamento político e as suas lideranças e membros, as mulheres e os jovens, todos os moçambicanos, a participarem neste processo de consolidação da democracia multipartidária, um processo que também liberta diversas iniciativas criadoras para o sucesso dos nossos programas de desenvolvimento. Convidamos igualmente as organizações da sociedade civil, incluindo a comunicação social, a continuarem a dar o seu contributo no aprofundamento da nossa jovem e vibrante democracia multipartiadária.
Olhando para o nosso segundo compromisso, queremos deixar expresso que a luta contra a pobreza e pela cultura do trabalho vai assumir-se como um aspecto transversal, colocando-se no epicentro da nossa acção governativa. Em primeiro lugar, à nossa governação competirá a nobre missão de promover a diversificação das condições que permitam que o moçambicano aplique o seu saber para transformar os nossos abundantes recursos e oportunidades, que vamos continuar a criar, em alavancas para a melhoria das suas condições pessoais de vida. Queremos que cada um de nós celebre as pequenas vitórias que vai conquistando, no quotidiano, que lhe permitem identificar como o seu dia de hoje é melhor que o de ontem: Seja porque teve melhores notas; Seja porque concluiu uma pesquisa académica; Seja porque melhorou o aproveitamento dos seus alunos ou estudantes; Seja porque atendeu mais cidadãos na sua repartição ou unidade sanitária; Seja porque aumentou a sua produção agrária; Seja porque conseguiu melhorar as condições de higiene da sua banca; Seja porque adoptou novas tecnologias; Seja porque melhorou a sua própria habitação; Seja, enfim, porque identificou e explorou novas oportunidades.
Ainda neste contexto, vamos intensificar as nossas acções de luta contra a pobreza urbana, promovendo, como no campo, parcerias com o sector privado, as confissões religiosas e outras organizações da sociedade civil. Procuraremos, assim, encorajar os nossos compatriotas a organizarem-se em associações ou empresas, a enveredarem pela formação, de variada duração e especialidade, e a acreditarem que a melhoria das suas vidas, higiene e segurança nos seus locais de trabalho e de residência está ao seu alcance e depende, em primeiro lugar, de si próprios. Que basta que apostem na sua auto-estima e na auto-superação. A este respeito, agradecemos as valiosas contribuições que temos recebido dos nossos internautas sobre este e outros temas na nossa página na internet (www.armandoguebuza.blogspot.com).
Em segundo lugar, queremos que o moçambicano desperte, uma vez mais, para as múltiplas oportunidades de lutar contra a pobreza que os projectos e programas sociais e económicos que estamos a desenvolver lhe abrem. Referimo-nos às oportunidades que advêm dos investimentos públicos e privados que resultam e decorrem da electrificação rural, abastecimento de água, telecomunicações, expansão da rede escolar e do ensino superior, tecnologias de informação e comunicação, estradas, pontes e outras obras públicas. A Revolução Verde cria outra série de oportunidades na cadeia de valor da produção agrária, agro-processamento e comercialização.
O ano de 2010 é um ano capicua da Geração do 8 de Março. Ao longo destes 33 anos, esta geração, com o apoio e liderança da Geração do 25 de Setembro escreveu importantes páginas da nossa História: Assegurou a continuidade da actividade social e económica no alvor da nossa Independência Nacional; garantiu a formação de quadros e a defesa da soberania nacional; e contribuiu para o resgate da Paz.
Ainda neste quadro de luta contra a pobreza, vamos continuar a prestar atenção à resolução dos problemas dos desmobilizados de guerra. Temos certeza de que com o seu envolvimento e cooperação saberemos ultrapassar esses problemas.
Hoje emerge a Geração da Viragem. A geração cuja missão histórica é de lutar e vencer a pobreza. Para o sucesso nesta sua missão, ela conta com o conhecimento, a sagacidade e a visão da Geração do 25 de Setembro e da Geração do 8 de Março. Como a experiência no meio familiar e na sociedade nos ensina, nenhuma geração pode ter êxitos na sua missão fazendo do combate e vilipêndio das gerações anteriores sua agenda principal. Tudo o que a Geração do 25 de Setembro e a Geração do 8 de Março foram fazendo era e será sempre para a juventude e para as gerações vindouras. Referimo-nos, por exemplo, à educação, à saúde, aos transportes, à habitação e mesmo ao emprego no sector público e privado onde, em observância de uma série de critérios, são os jovens que dominam os ingressos. À Geração da Viragem, que, como a mulher, estará no epicento da nossa acção governativa, cabe dar expressão e substância ao nosso desiderato de ver o programa Made in Mozambique a assumir um carácter transversal na nossa governação e na nossa sociedade.
No contexto da implementação do nosso quarto compromisso, boa governação e cultura de prestação de contas, vamos consolidar e ampliar a experiência da Presidência Aberta e Inclusiva. Vamos ainda continuar a promover uma justiça célere e cada vez mais próxima do cidadão e assegurar que mais actores da nossa sociedade, incluindo as organizações sócio profissionais, no campo e na cidade, sintam que são desafiados a darem o seu melhor na construção desta Pérola do Índico..
Na implementação deste compromisso também colocaremos acento tónico no processo de descentralização. Para nós descentralizar é confiar e capacitar; confiar e capacitar é responsabilizar; responsabilizar é incutir a cultura de prestação de contas e a transparência na gestão da coisa pública. Ao mesmo tempo, descentralizar é inculcar o sentido de cidadania, de pertença e de inclusão; é promover a boa governação e o envolvimento de mais moçambicanos na construção deste nosso belo Moçambique, o seu Moçambique, o Moçambique de todos e de cada um de nós.
Em cumprimento do nosso quinto compromisso, vamos continuar a desenvolver acções para o reforço da nossa soberania. O papel que cabe às Forças de Defesa e Segurança de garantes da independência nacional, da preservação da soberania, da integridade territorial e da manutenção da lei e ordem continuará a ser promovido e valorizado. Prosseguiremos com a abordagem que faz do serviço militar uma das forjas da Unidade Nacional e da consciência patriótica dos jovens. Ele será complementado pelo serviço cívico que tem o condão de reforçar o espírito de voluntariado da nossa juventude e do seu amor pelo nosso maravilhoso Povo.
Continuaremos, igualmente, a tomar parte em missões de apoio à paz e de interesse público. Prosseguiremos, no mesmo quadro, com a nossa participação em mecanismos colectivos de segurança, a nível regional e internacional, como uma forma de reiterar o nosso empenho com a Paz e segurança mundiais. O nosso quinto compromisso prende-se com a prossecução de acções tendentes ao reforço da cooperação internacional. Neste contexto, continuaremos actores activos na SADC e na União Africana, lutando pelo triunfo dos ideais da integração da África Austral rumo à integração continental.
Continuaremos empenhados no reforço e contínua afirmação da CPLP no contexto da diplomacia internacional.
Aos nossos parceiros bilaterais, à família das Nações Unidas e às diversas Organizações Internacionais de que somos membros, entre eles, a Commonwealth, a ACP, o Movimento dos Não-Alinhados, a Organização Internacional da Francofonia e a Conferência Islâmica bem como aos nossos outros parceiros como a União Europeia as instituições financeiras, tais como o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, Banco Africano de Desensolvimento, o Banco Europeu de Desenvolvimento e o Banco Árabe para o Desenvolvimento Económico em África , reiteramos o nosso compromisso de continuarmos a trabalhar convosco e a valorizar o vosso empenho e apoio ao nosso desenvolvimento. Nesta parceria registámos sucessos no passado. Nesta parceria vamos registar sucessos no futuro.
5. Os desafios

Temos plena consciência dos desafios que despontam no horizonte. O caminho é longo e tortuoso. Os obstáculos ao nosso desenvolvimento, entre eles o burocratismo, o espírito de deixa-andar, a corrupção e o crime bem como as diferentes pandemias, entre elas o HIV/SIDA e a Malária, continuarão a merecer a nossa melhor atenção, com particular incidência através da continuação da formação de quadros, das reformas no sector público e do apoio à crescente melhoria do desempenho dos sectores da integrantes da administração da justiça. As mudanças climáticas e a crise económica e financeira são outros desafios que, como no quinquénio que hoje termina, devemos continuar a transformá-los em oportunidades de desenvolvimento. Por isso, vamos estimular a inovação, a proactividade, o empreendedorismo, a excelência, o rigor e a qualidade, assentes no espírito da auto-estima e da auto-superação. Vamos assegurar que o talento é acarinhado, premiado, exaltado e emulado. Nesta cruzada, vamos intensificar as acções tendentes a desencorajar a prática de mão-estendida, essa degradante atitude de querer depender de terceiros mesmo quando podemos, nós próprios, pensar, conceber e produzir e nesses terceiros buscar o complemento ou o enriquecimento das nossas acções.
6. Reiterando os agradecimentos

A todos os que deram a sua valiosa contribuição para o sucesso desta cerimónia vai a nossa expressão de reconhecimento e de gratidão. Muito obrigado Povo Moçambicano pela renovada e expressiva confiança.
Muito obrigado pela vossa atenção.

VAMOS TODOS AJUADAR O NOSSO PRESIDENTE A CONSTRUI UM MOCAMBIQUE MELHOR...
para masi detalhes visite : http://armandoguebuza.blogspot.com

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

CAN2010: MAMBAS ESTREIAM HOJE NO CAN2010 DIANTE DO BENIN


Mambas estreiam-se hoje no CAN diante do Benin

Mart Nooij, seleccionador nacional, deverá escalar para este embate o mesmo onze que defrontou a Tunísia no dia 14 de Novembro, no Estádio da Machava.

A selecção nacional de futebol “A”, os Mambas, defronta, hoje, a partir das 20h30 de Maputo, no Estádio de Ombaka, em Benguela, cidade costeira de Angola, a sua similar do Benin, em desafio da primeira jornada do grupo C da 27ª edição do Campeonato Africano das Nações.

Trata-se, de resto, de uma partida entre duas equipas que procuram a sua primeira vitória nesta competição.

Mais: dois conjuntos que fizeram uma excelente campanha nas eliminatórias combinadas para o CAN e Mundial de 2010, com os Mambas a ocuparem a terceira posição no grupo B com 7 pontos, enquanto o Benin ficou no segundo posto do grupo D com um total de 10 pontos, menos três que o Gana, formação que se qualificou para o Mundial.

Os Mambas, que na fase de apuramento puseram em sentido selecções cotadas como o Senegal, Costa do Marfim, Nigéria e Tunísia, querem fazer história nesta prova.

Para o efeito, Mart Nooij, seleccionador nacional, conta com um grupo de trabalho coeso e que se conhesse há já algum tempo.

Depois de uma fase de qualificação marcada por derrotas diante do Malawi, Zâmbia e Gabão, pela marca de 1-0, a selecção nacional vai, certamente, fazer de tudo para provar que estes desaires não passaram de um “acidente de percurso”.

Mas, convenhamos, a tarefa não se afigura nada fácil para os Mambas, para mais porque vão jogar com uma equipa que já provou não ser pera doce. Que digam, aliás, os zambianos que em 2004 viram-se arredados do CAN por força das excelentes prestação do Benin na fase de apuramento.

Neste encontro, Mart Nooij deverá escalar o mesmo onze que, no dia 14 de Novembro de 2009, venceu a Tunísia por 1-0 assegurando, desta forma, o apuramento para o CAN.

O seleccionador nacional procura um esquema ideal de jogo para atacar o primeiro adversário dos Mambas, totalmente desconhecido, pela equipa técnica nacional, buscando, por isso, informação possível através da visualização dos jogos realizados pela selecção adversária na fase de qualificação.

A principal estrela do Benin é o perigosíssimo avançado do Metz da França, Razak Omotoyossi, jogador que marcou oito golos em 11 jogos, nas eliminatórias combinadas para o CAN e Mundial de 2010.

Numa equipa onde Sessegnon (PSG) é a estrela maior, parecem faltar recursos, mas os 8 golos apontados por Omotoyossi na fase de qualificação deixam o jogador do Metz como um dos valores a ter em conta. A capital do Benim, Porto-Novo, é a premissa ideal para sonhar.

A parca experiência e tradição da equipa em grandes competições (esteve apenas em duas fases finais e não ultrapassou a primeira ronda) são os factores que mais jogam contra e da comparação com as duas congéneres favoritas, que já ostentam um palmarés de grande nível, também não se tiram bons prognósticos. É aqui que entra a experiência europeia do francês Michel Dussuyer para levar a bom porto uma nação futebolística em ascenção. Entretanto, alguns jogadores da selecção nacional já reclamaram a dureza.

FONTES: JORNAL O PAIS -TERÇA, 12 JANEIRO 2010

Assembleia da República de Mocambique: é investida hoje na sua VII Legislatura


Assembleia da República: VII Legislatura é investida hoje

OS 250 deputados da Assembleia da República eleitos para a VII Legislatura no sufrágio de 28 de Outubro último são investidos esta manhã nas suas novas funções, um acto que será presidido pelo Chefe de Estado, Armando Guebuza, ao qual se seguirá a confirmação de Verónica Macamo, deputada eleita pelo partido Frelimo, para ocupar o cargo de Presidenta da Assembleia da República, em substituição de Eduardo Mulémbwé, que liderou o Parlamento nos últimos 15 anos.

De acordo com o Secretário-geral da Assembleia da República, Baptista Ismael Machaieie, das duas bancadas parlamentares que têm o direito de apresentar candidaturas à Presidência da AR, apenas a da Frelimo fê-lo dentro dos prazos previstos na Lei.

“A Assembleia da República tem em seu poder uma única candidatura para o cargo de Presidente da Assembleia da República. Por motivos óbvios, não poderei avançar com o nome do candidato, pois este será anunciado amanhã (hoje) pelo Chefe de Estado”, explicou o Secretário-geral do Parlamento.

Baptista Machaieie referiu ainda que a Renamo abdicou do direito de apresentar candidatura, uma vez que o seu líder apelou aos eleitos para não participarem na cerimónia de investidura, enquanto que o MDM não possui, nos termos da lei, número suficiente de deputados para o fazer.

Dados em nosso poder indicam que na candidatura apresentada pela bancada da Frelimo consta o nome da actual vice-presidente da AR, Verónica Macamo. Licenciada em Direito pela Universidade Eduardo Mondlane, Macamo desempenhou nos últimos dez anos o cargo de vice-presidente do órgão legislativo.

O “Notícias” sabe ainda que a Frelimo no Parlamento irá propor Mateus Katupha para primeiro vice-presidente da AR que, ao que tudo indica, terá o também deputado Viana Magalhães como segundo vice-presidente, este último proposto pela Renamo.

Enquanto isso, Baptista Machaieie afirmou que está tudo a postos para a realização, esta manhã, da investidura dos 250 deputados que vão compor a VII Legislatura da Assembleia da República.

Segundo disse, os 191 deputados eleitos pela bancada da Frelimo e os oito escolhidos nas listas do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) já se encontram em Maputo estando. “Ainda hoje (ontem) esperamos a chegada do resto dos deputados da Renamo, uma vez que parte significativa destes também já se encontram na capital do país”, afirmou Machaieie.

A cerimónia de investidura dos deputados do órgão legislativo terá início às 9.00 horas e será orientada pelo Presidente da República, Armando Guebuza, à luz do número 2 do artigo 190 da Constituição da República.

Segundo o programa da investidura divulgado pelo secretariado do Parlamento, antes do Chefe de Estado dirigir a cerimónia, o Presidente do Conselho Constitucional, Luís Mondlane, fará a leitura de alguns extractos da acta que valida e proclama os resultados das eleições de 28 de Outubro último.

Finda esta apresentação, seguir-se-á a leitura do teor do juramento de fidelidade à Constituição e à pátria pelo mais velho deputado eleito, Manuel Pereira, da Renamo. De seguida, os deputados vão todos assinar o termo de posse.

O segundo e terceiro momento do acto da cerimónia serão dedicados à eleição e à investidura do Presidente da Assembleia da República.

Em termos financeiros, projecta-se que esta cerimónia, que contará com uma cobertura de 120 jornalistas nacionais e estrangeiros, custe aos cofres do Estado pouco mais de 15 milhões de Meticais.

O montante, segundo o Secretário-geral da AR, foi gasto no pagamento de passagens aéreas dos deputados provenientes das diferentes províncias do país, pagamento de ajudas de custo e senhas de presença. Para esta rubrica, a AR teve de despender cerca de 10,4 milhões de Meticais, enquanto que para o transporte aéreo o dinheiro gasto ronda os 3.4 milhões.

De referir que para um melhor desempenho do órgão, a chamada “casa do povo” beneficiou de uma remodelação, que consiste na instalação de um novo sistema de som e de votação electrónica, que custou cerca de 78 milhões de meticais.

Nas eleições legislativas de 28 de Outubro último a Frelimo elegeu 191 deputados, contra 51 da Renamo e oito do MDM. Este último partido elege deputados pela primeira vez.


Veronica Macamo e nova Presidente da Assembleia da Republica, tornando se assim a primeira mulher na historia da Democracia mocambicana a ocupar tal cargo.

domingo, 10 de janeiro de 2010

CAN2010 A SE REALIZAR EM ANGOLA: CALENDARIO DE TODOS JOGOS




CAN Angola em 2010

Calendário de jogos


Ver Grupos:

A B C D


Calendário - Fase de Grupos :

Grupo Data Hora Cidade
A 10 Janeiro 20h00
Luanda Angola 4-4 Mali
A 11 Janeiro 14.45h Luanda Malawi 3-0 Argélia
B 11 Janeiro 17h00 Cabinda Costa Marfim 0-0 Burkina Faso
B 11 Janeiro Cabinda Gana - Togo*
C 12 Janeiro 17h00 Benguela Egipto - Nigéria
C 12 Janeiro 19.30h Benguela Moçambique - Benin
D 13 Janeiro 17h00 Lubango Camarões - Gabão
D 13 Janeiro 19.30h Lubango Zâmbia - Tunísia
A 14 Janeiro 17h00 Luanda Mali - Argélia
A 14 Janeiro 18.30h Luanda Angola - Malawi
B 15 Janeiro Cabinda Burkina Faso - Togo*
B 15 Janeiro 19.30h Cabinda Costa Marfim - Gana
C 16 Janeiro 17h00 Benguela Nigéria - Benin
C 16 Janeiro 19.30h Benguela Egipto - Moçambique
D 17 Janeiro 17h00 Lubango Gabão - Tunísia
D 17 Janeiro 19.30h Lubango Camarões - Zâmbia
A 18 Janeiro 17h00 Luanda Angola - Argélia
A 18 Janeiro 17h00 Cabinda Mali - Malawi
B 19 Janeiro 17h00 Luanda Burkina Faso - Gana
B 19 Janeiro Cabinda Costa Marfim - Togo*
C 20 Janeiro 17h00 Benguela Egipto - Benin
C 20 Janeiro 17h00 Lubango Nigéria - Moçambique
D 21 Janeiro 17h00 Benguela Gabão - Zâmbia
D 21 Janeiro 17h00 Lubango Camarões - Tunísia *Jogo não realizado devido à saída do Togo.
a CAF atribui victoria a todas equipais que iam jogar com togo, devido a sua retirada da corrida.
FONTE: SAPO.MZ

terça-feira, 10 de novembro de 2009

PALESTRA SOBRE: O PAPEL DOS ESTUDANTES UNIVERSITARIOS NO DESENVOLVIMENTO DO PAIS.



ASSOCIAÇÃO DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS
(AEU-UEM)


AEU-UEM convida toda comunidade universitária, no âmbito das celebrações do dia

internacional do estudante – 17 de Novembro, para participar numa palestra

subordinada ao tema:

O PAPEL DOS ESTUDANTES UNIVERSITARIOS NO DESENVOLVIMENTO DE MOÇAMBIQUE.,,

Data: 13/11/2009 (sexta feira),
Local: Anfiteatro da faculdade de Medicina,
Hora: 16horas.

Orador: Prof.Dr. José Chichava,
Comentadora: drª Ivete Mafundza,
Moderador: dr.Èlio Jonasse

PROGRAMA DE ACTIVIDADE DA SEMANA DE ESTUDANTES (09-17/11/2009) .LEMA: "Estudantes produzindo Mudanças".

LEMA: "Estudantes produzindo Mudanças".

PROGRAMA DE ACTIVIDADE DA SEMANA DE ESTUDANTES (09-17/11/2009)
DATAS ACTIVIDADES LOCAL HORAS
06/11/2009
(Sexta -Feira) Gravação do Debate da Nação da STV.
Tema: “Comos os Estudantes Universitários Podem Produzir Mudanças na Sociedade” Estúdio 222
Teat. Gungu 13:30min

09/11/2009
(Segunda) (Conferencia de Imprensa e Assinatura de Memorando de Entendimento com GUNGU). Lançamento da semana de estudante na UEM -Complexo Pedagógico 16h-17h

10/11/2009
(Terça) Limpeza do campus e do jardim botânico
NEFAEF, NEB, todos estudantes Campus da UEM 7.30min
as 10h

11-12 /11/2009
(Quarta e Quinta) Iª Conferencia dos Estudantes da UEM
- Reitoria, Directores de Faculdades, D.G, CN seus membros da direcção e Chefes de turma. -Complexo Pedagógico 14h as
18h

13/11/2009
(Sexta -Feira) - Palestra organizada pela D.G da AEU:
Tema: O Papel dos Estudantes Universitários no Desenvolvimento de Moçambique.
Prof.Dr. José Chichava; dra Ivete Mafundza; Elio Jonasse Anfiteatro da Faculdade de Medicina 16h as 18h


13/11/09 Campanha de doação de sangue nas faculdades Fac. Medicina 15-16h

17/11/09
(Terça)
NÃO HÁ AULAS DIA INTERNACIONAL DE ESTUDANTES
- MARCHA (da Estatua para Praça da Independ.)
- Actividades desportivas (Torneio 17 d Novemb)
- ALMOÇO E/OU COCKTAIL
- Actividades Culturais; Educativas e muito mais..
-Artérias da cidade.
- Campus da
UEM
- Colmeia II
9h
10h
12h
15-21h


N.B. SÃO CONVIDADOS TODOS OS ESTUDANTES A PARTICIPAR.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Um minuto de silêncio para Marchal Samora Machel e acompanhantes



O PRESIDENTE Armando Guebuza disse ontem em Chimoio, província de Manica, que o ex-Chefe de Estado moçambicano, Samora Machel, perecido em Mbuzine, na África do Sul, a 19 de Outubro de 1986, foi vítima do regime do “apartheid”. Maputo, Terça-Feira, 20 de Outubro de 2009:: Notícias

Guebuza, que falava por ocasião dos 23 anos do fatídico acontecimento, rendeu também homenagem aos acompanhantes que pereceram na tragédia, tendo sido observado um minuto de silêncio em memória das vítimas. Machel morreu num acidente aéreo quando voltava de Mbala, na Zâmbia, em mais uma missão de busca de paz para o país e para a região austral.

Aos padrões da UNESCO: Moçambique adequa perfil do graduado universitário

MOÇAMBIQUE está a caminhar para a adequação do perfil dos seus graduados do ensino superior aos padrões definidos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) e pela Associação das Universidades Africanas, por forma a assegurar o reconhecimento das suas habilidades e competências profissionais no mercado externo.

Segundo Firmino Mucavele, director do Gabinete para a Reforma Académica e Integração Regional (GRAIR) na Universidade Eduardo Mondlane (UEM), a nível desta instituição o processo iniciou em Agosto de 2008, com a aprovação de um novo currículo no quadro da implementação do respectivo Plano Estratégico.
Desde então e ligado a este exercício, o GRAIR tem vindo a promover uma série de iniciativas visando disseminar a causa nas diversas unidades de ensino daquela universidade, um exercício que ontem atingiu a faculdade de Medicina, com o lançamento de um curso sobre estratégia de ensino baseado no estudante (PBL). Rafique Mamudo, director daquela Faculdade, explica que a ideia é levar os docentes e estudantes de medicina a interessar-se pelo debate sobre a reforma curricular em curso na UEM, ao mesmo tempo que se colhem as sensibilidades visando enriquecer a discussão.

O professor Firmino Mucavele, que ontem proferiu uma comunicação sobre o processo de Bolonha, explicou ao “Notícias” que em Fevereiro deste ano, todas as faculdades da UEM receberam instruções no sentido de definir os perfis para os seus graduados, como ponto de partida para um processo que deverá culminar com a elaboração de um qualificador profissional que identifique os graduados moçambicanos à luz dos padrões definidos pela UNESCO.

Segundo a nossa fonte, há um padrão em termos de competências profissionais definido pela UNESCO que Moçambique terá de observar se quiser que os seus graduados tenham aceitação internacional.

“A avaliação da UNESCO é feita com base no perfil que nós teremos que estabelecer, na comparação com o perfil e competência de graduados de outras universidades e num estudo centrado numa amostra indicada em graduados de universidades à sua escolha”, explica.

Segundo a fonte, o perfil do graduado deverá indicar claramente o que é que ele é capaz de fazer depois de concluir o 1º, 2º ou 3º ciclo de formação universitária, conforme o currículo em vigor na UEM, a sua competência em termos de saber fazer, maneira de ser e de estar, além da sua atitude em relação ao trabalho e ao mundo à sua volta.

A reforma curricular na UEM vem suscitando debates a nível das diversas unidades de ensino daquela instituição de ensino, com destaque para a Faculdade de Medicina, onde várias correntes de opinião questionam a qualidade dos quadros que serão formados ao abrigo do novo currículo de formação.

fonte: jornal Notícias - Maputo, Terça-Feira, 20 de Outubro de 2009::

Escola Superior de Ciências Marinhas e Costeiras de Quelimane, na província da Zambézia, aposta na modernização das suas infra-estruturas

Zambézia : Escola de Ciências Marinhas pelo aumento da capacidade 16/10/2009

A Escola Superior de Ciências Marinhas e Costeiras de Quelimane, na província da Zambézia, aposta na modernização das suas infra-estruturas como forma de aumentar a sua capacidade de ingresso, que nos últimos tempos tem estado a ser procurado por estudantes de vários quadrantes do país.

Pertencente à Universidade Eduardo Mondlane (UEM), aquela instituição de Ensino Superior lecciona há quatro anos, tendo recentemente graduado os primeiros licenciados em Biologia Marinha e Oceanografia, num total de 38 formandos.

A sua capacidade, segundo a direcção, está abaixo de uma centena de estudantes, situação que é relacionada à falta de infra-estruturas para acolhimento dos formandos, uma vez que o estabelecimento funciona com poucas salas de aulas nas mesmas instalações, onde há quatro anos iniciou as suas actividades.

Este cenário também está a verificar-se no que diz respeito ao internamento dos estudantes, pois a actual capacidade não permite que mais pessoas tenham acomodação. Tentando contornar esta situação, alguns cursantes vêem-se obrigados a arrendar as suas casas nas proximidades da escola.

O mesmo, segundo ainda a direcção da escola, almeja-se quanto às instituições onde os alunos devem realizar as suas aulas práticas, embora tenha-se registado um número considerável de entidades que se mostraram abertas para acolher estagiários.

Os 38 técnicos com formação superior nas áreas de Biologia Marinha e Oceanografia, cursos direccionados para o estudo do mar e da costa, trabalharam em diversos distritos das províncias de Cabo Delgado, Gaza, Inhambane, Nampula, Tete, Sofala e Zambézia, desde escolas, laboratórios, nas comunidades e em diversas embarcações de pesca, de guerra e de pesquisa científica nacionais e estrangeiros.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

ESTUDANTES DA UEM VISITAM UNIVERSIDADE DE PRETORIA




De 15 a 19 de Outubro de 2009, os estudantes da UEM, representados pela Direcção Geral da AEU, Núcleos de Estudantes e Comissão de Moradores e na companhia de Vice-Reitor Académico da UEM, visitam a Universidade de Pretoria em retribuição da visita que os estudantes dessa ultima universidade fizeram a UEM em Junho passado.
A AEU-UEM, respondendo o convite por eles formulado, leva como pano de fundo para essa viagem assuntos como fortalecimento da parceria entre essas duas universidades ao nível da Africa Austral, tendo em conta o acelerado crítico do processo de integração regional; formas e métodos de implementação do novo currículo na UEM (seus ganho e constrangimentos);
Pretende se ainda com essa visita se inteirar das formas que a associação de estudantes local usa para gerir conflitos de interesses entre os estudantes e a reitoria, entre os estudantes e os caminhos para uma coexistência pacífica na universidade; pretende se também trocar experiência ao nível institucional para os órgãos da AEU e ao nível pedagógico.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Juizes Presidentes do Tribunal Fiscal foram hoje empossados



O presidente do Tribunal Administrativo, Machatine Munguambe,

empossou esta sexta-feira os primeiros juízes presidentes dos tribunais fiscais.

Trata-se de Maria Ribeiro, empossada como juíza presidente do Tribunal Fiscal da cidade de Maputo, Zarina Daude presidente do tribunal fiscal da província de Maputo, Claúdio Pene presidente do tribunal fiscal de Sofala, Raimundo Mucuio presidente do tribunal fiscal de Tete, Augusto Júnior presidente do Tribunal Fiscal da Zambézia e Carlos Chongo presidente do Tribunal Fiscal de Nampula.

O ministro das Finanças avisou aos empossados sobre as tentações a que estão sujeitos com as novas responsabilidades.

O empossamento dos juízes presidentes do Tribunal Fiscal de Cabo delgado, Niassa, Manica e Gaza deverá a acontecer nos próximos dias.

Tomas Salomão reconduzido a secretário executivo da SADC


Tomas Salomão foi reconduzido para um segundo mandato

de quatro anos como secretário-executivo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

A investidura de Salomão teve lugar no inicio da noite desta terça-feira, em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo (DRC) que acolheu a 29ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da SADC, na qual também participou o presidente moçambicano, Armando Guebuza.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

II CONSELHO COORDENADOR DA AEU-UEM, de 05 a 06 de Setembro em Inhambane

Comunicado de Imprensa

AEU-UEM REÚNE-SE EM INHAMBANE NO SEU II CONSELHO COORDENADOR

Realiza-se entre os dias 5 e 6 de Setembro, na cidade de Inhambane, o II Conselho Coordenador da Associação de Estudantes da UEM. O encontro tem como objectivo fazer uma avaliação das actividades levadas a cabo durante os últimos seis meses, bem como traçar as linhas orientadoras do próximo semestre.


O primeiro dia vai ser reservado para a apresentação dos relatórios de actividades e no segundo dia vão ser debatidas temáticas que tem haver com a condição social do estudante bolseiro, mecanismos de sustentabilidade dos núcleos e comissões de moradores, fiscalização das actividades pedagógicas, projectos de intervenção social e planos de actividades para 2010.

Na cidade de Inhambane são esperadas a participação de cerca 60 membros da associação. Esse número comporta membros da Direcção-Geral da AEU-UEM, Presidentes de Núcleos de Faculdades, Presidentes das Comissões de Moradores e antigos Presidentes desta agremiação estudantil.


O Primeiro Conselho Coordenador decorreu de 3 a 8 de Dezembro do ano passado, na cidade de Maputo. O ICC, apreciou e chumbou a proposta de aumento do preço das refeições dos estudantes bolseiros, aprovou o Regulamento Interno da Direcção da AEU, Orçamento 2008 e Proposta do Orçamento para 2009.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

SEMANA DO ADVOGADO-2009 E DEBATE NA STV SOBRE O ASSUNTO


Comunica-se a todos os membros da Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM) que decorrerá de 08 a 14 de Setembro de 2009 a Semana do Advogado, que marcará igualmente o 15º aniversário desta agremiação.

Vai haver na STV - Debate da Nação, o tema "A PROFISSÀO DO ADVOGADO EM MOÇAMBIQUE".

Como sempre, sao convidados todos estudantes para que, no dia 04.Setembro, às 13h30, possam estar na STV, na plateia (é o dia da gravação do programa).

Neste contexto, exortam-se todos os membros da OAM a tomar parte activa nas actividades alusivas àquela semana, cujo programa será oportunamente divulgado.

Informa-se ainda que no âmbito das comemorações do Dia do Advogado será servido um jantar de gala no dia 14 de Setembro de 2009, no qual se fará a entrega de carteiras profissionais a novos advogados. As senhas de ingresso para o jantar de gala encontram-se disponíveis na sede da OAM, ao preço unitário de 1.000,00 MT (mil meticais) por pessoa.

Por questões organizacionais e logísticas, agradece-se que todos os interessados procedam à inscrição e adquiram as referidas senhas até ao dia 08 de Setembro do ano em curso.

parabens a ordem dos advogados de Mocambique

MAGISTRADOS CAPACITADOS SOBRE DIREITOS HUMANOS



JUÍZES Mocambicanos e procuradores de nove zonas administrativas das províncias de Maputo, Gaza e Inhambane, concluíram este fim-de-semana um curso de formação em matérias ligadas aos direitos humanos, ética e deontologia profissional que vinha decorrendo na cidade da Matola.

O curso, que visava reciclar e reforçar os conhecimentos dos participantes e dotá-los de ferramentas necessárias para actuarem como formadores, foi assistido pelos magistrados dos distritos de Marracuene, Manhiça e Magude (Maputo), Xai-Xai, Guijá e Manjacaze (Gaza), Inhassoro e Govuro (Inhambane). A formação decorreu no quadro do projecto “Mais Justiça, Mais Cidadania” desenvolvido pelo Instituto Marquês de Valle Flor, em parceria com a Associação Moçambicana de Juízes e a Associação Moçambicana das Mulheres de Carreira Jurídica.

FONTE: jornal Notícias, Segunda-Feira, 31 de Agosto de 2009, Maputo

FACIM-2009, ABRE HOJE A MAIOR FEIRA DE MOCAMBIQUE COM MAIS DE SETECENTOS EXPOSITORES




Setecentos expositores hoje na FACIM-2009

A quadragésima quinta edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM-2009) abre a meio da tarde de hoje, numa cerimónia a ser dirigida pelo Presidente da República, Armando Guebuza. Sob o lema “Ponto de encontro para homens de negócios”, o certame junta até domingo um total de 700 empresas nacionais, mais 200 em relação à edição passada, para além da participação oficial de 14 países maioritariamente oriundos da SADC.

Dados da organização da feira, por sinal a última a realizar-se na baixa da cidade antes de ser transferida para Marracuene, denotam uma considerável presença da região, estando inscritos, em termos oficiais, a África do Sul, Angola, Tanzania, Malawi, Zimbabwe, Suazilândia, Zâmbia e o Quénia. Vão participar também oficialmente, Portugal, Espanha, Itália, Brasil, a região autónoma de Macau, Indonésia e Vietname.

Estão igualmente registadas pelo menos 20 empresas estrangeiras, que por não terem conseguido espaço nos pavilhões dos respectivos países tiveram que participar de forma isolada.

Ao meio da tarde de ontem, o recinto da feira registava um movimento intenso de pessoas, próprio do último dia de preparativos de uma feira desta dimensão. Por um lado, os expositores, a correrem num contra-relógio nos derradeiros arranjos dos seus stands e, por outro, a organização a fazer de tudo para que nada falhe, particularmente na cerimónia de abertura, tendo em conta a presença do Chefe do Estado.

Num breve contacto com a nossa Reportagem, o director comercial da Sociedade Gestora de Feiras, Exposições e Congresso (SOGEX), Juvenal Mabote, garantiu que está tudo a postos para a abertura deste certame anual que se vem tornando referência sobretudo a nível da SADC, desde os meados da década de 60.

“Está tudo a postos para a abertura da FACIM. Agora estamos envolvidos nos últimos retoques, por isso podemos dizer que não há dúvidas que às 14 horas de hoje, o Presidente da República procederá à abertura da feira”, assegurou Juvenal Mabote.

A avaliar pelo nível de participação dos agentes económicos, quer nacionais, quer estrangeiros, Juvenal Mabote mostrou-se optimista quanto ao alcance dos objectivos da feira, nomeadamente a promoção dos produtos e serviços das empresas moçambicanas e o consequente aumento do volume de vendas, particularmente para a exportação.

A expectativa da SOGEX é que a quadragésima edição da FACIM seja visitada por pelo menos 50 mil pessoas, ou seja, mais sete mil em relação ao ano passado.

Hoje, primeiro dia, será comemorado o Dia do Exportador, uma cerimónia que contará com a presença do Chefe de Estado, na qual serão premiadas 19 empresas que se notabilizaram nas exportações ao longo do exercício económico de 2008.

Entretanto, Portugal volta a liderar, quer em termos de espaço ocupado, quer no que diz respeito ao número de empresas presentes.

A AICEP Portugal Global organizou um pavilhão na FACIM com uma área bruta de 850 metros quadrados congregando 42 empresas dos sectores de forte implantação no mercado moçambicano, como materiais de construção, agro-alimentar, metalurgia e metalomecânica, construção civil e consultoria, tecnologias de informação, material eléctrico e electrónico, artigos farmacêuticos, entre outros.

Na presente edição e em comparação com a edição do ano transacto regista-se um acréscimo de 20 por cento de expositores no Pavilhão de Portugal.

Para além do pavilhão nacional estão inscritas outras 40 empresas portuguesas que expõem noutros espaços, tornando Portugal o país estrangeiro mais representado no certame.
FONTE: JORNAL Notícias, Segunda-Feira, 31 de Agosto de 2009:Maputo,:

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

PRESIDENTE DA REPUBLICA PROMULGA NOVAS LEIS ( de Aviação Civil, de Defesa do Consumidor, de Exercício de Medicina Privada e a Geral das Cooperativas)

PR promulga quatro novas leis


O Presidente da República, Armando Guebuza, promulgou e mandou publicar ontem quatro dispositivos legais, nomeadamente a Lei de Aviação Civil, de Defesa do Consumidor, de Exercício de Medicina Privada e a Geral das Cooperativas.

As quatro leis foram recentemente aprovadas pela Assembleia da República (AR), tendo o Chefe do Estado verificado que as mesmas não contrariam a Lei Fundamental, segundo um comunicado da Presidência da República recebida na Redacção do Notícias.

Segundo a nossa fonte, um comunicado de Imprensa da AR também em nosso poder indica que o respectivo presidente, Eduardo Mulémbwè, submeteu ontem para aprovação por parte do PR das leis que saíram da X e última sessão ordinária do órgão.

Especificamente trata-se da Lei de Violência Doméstica Contra a Mulher, a Orgânica da Jurisdição Administrativa, a de Revisão da Lei nº 5/2003, de 21 de Janeiro, e a Lei do Ensino Superior.

O pacote inclui o Estatuto da Ordem dos Advogados de Moçambique, a Lei que Aprova o Regimento Relativo à Organização, Funcionamento e Processo da 3ª Secção do Tribunal Administrativo e dos Tribunais Administrativos.

Fonte: jornal electronico imensis, Maputo, 28/08/09

sábado, 25 de julho de 2009

Que Influências Tem Ou Podem Ter Os Jovens Nas Decisões Do Pais

Meu ponto de vista relativamente ao tema:
Que Influências Tem Ou Podem Ter Os Jovens Nas Decisões Do Pais".

Em relação ao debate da STV sobre os jovens com tema:
"Que influências tem ou podem ter os Jovens nas decisões do Pais".
Dizer que eu penso que os jovens perderam uma oportunidade de apresentarem as suas opiniões na televisão relativamente ao tema e ficaram a discutir pessoas e não ideias.
Mas eu penso que nos como jovens ainda temos tempo para apresentarmos nossas ideias de forma ordeira, organizada e académica.
Em primeiro lugar temos que nos unir independentemente da raça, cor da pele, cor partidária e esquecermos os atritos pessoais se e que existe e defendermos os nossos interesses juntos das entidades publicas e privadas nacionais e internacionais.
Nos jovens temos que perceber que o interesse publico ou da maioria estão acima de nossos interesses pessoais, porque como reza a historia só assim os movimentos de massas triunfaram.
Devemos parar de encarar os outros como oposição e percebermos que só unidos e que o governo e outras entidades iram colocar os interesses da juventude como prioridades, assim como fazem com as mulher.

Jovens
Penso que esta na hora de pararmos de discutir pessoas e nos distanciar dos foros de decisão ou representativos da juventudes porque dessa forma deixamos que os outros decidam por nos, como dizia Platão “ a sansao daqueles escolhem pessoas erradas para lhes governar e ter que suportar o mau governo por muito tempo” acrescento dizendo que a sansao daqueles que não escolhem, é de serem governados pelo mau governo, isso para dizer que os jovens moçambicanos não podem ficar apáticos e indiferentes em relação aos foros de tomada de decisão, e viver a criticar alimentando um pessimismo que não nos leva a lado nenhum, devemos apresentar soluções para os nossos próprios problemas fazendo chegar a quem de direito para os cumprir, não se entenda por essa via que devamos fazer isso de forma desordeira, entenda se por endosmose que devemos apresentar as entidades competentes de forma ordeira e persistente.

A minha contribuição de modo geral
Devemos nos unir em associações, grupos ou movimentos e paremos de discutir pessoas, vamos discutir ideias, e aos líderes de movimentos juvenis: senhores não deixem os vossos problemas pessoas atrapalhar os interesses dos grupos juvenis que vocês lideram.

Ilustres me perdoem pelos erros ortográficos e gramaticais constantes desse oficio, aproveitemos o conteúdo, vamos promover mais debates sobre o assunto juvenis....

Destilado pelo jovem: Luis José Jobe Fazenda, 24/07/2009.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

LEI SOBRE VIOLENCIA DOMESTICA, PARLAMENTO JA APROVOU....




A Assembleia da República aprovou segunda-feira uma Lei sobre a Violência Doméstica contra a Mulher, que estipula o afastamento do agressor do lar e dá legitimidade de denúncia a qualquer pessoa, incluindo a não familiares.


Apesar de ter sido aprovada, na generalidade, pelas duas bancadas do parlamento, a lei suscita muita polémica.

Alguns deputados alegaram o cariz discriminatório do diploma, por apenas proteger mulheres vítimas de violência doméstica.

`Este projecto de lei peca por não ser abrangente, porque não se refere à violência doméstica no geral´, disse o deputado da RENAMO-União Eleitoral, António Muchanga.

Por seu turno, Alexandre Meque Vicente, deputado da FRELIMO, defendeu a necessidade da norma em causa, justificando com o facto de já existirem no país leis que protegem a criança e outros estratos sociais desfavorecidos.

`Já legislamos a favor da criança e acho que podemos também legislar a favor da mulher. O objectivo desta lei não é desmembrar a família, mas sim consolidá-la´, enfatizou Alexandre Meque Vicente.

A Lei sobre a Violência Doméstica contra a Mulher obriga igualmente o cônjuge agressor à prestação de alimentos proporcionais à sua condição económica e às necessidades dos seus dependentes.

O autor do crime de violência doméstica perde também sobre as suas vítimas o poder parental, tutela e curadoria, defende o diploma.

A lei não se refere a penas de prisão, submetendo a responsabilidade criminal às leis penais já vigentes, nomeadamente o Código Penal moçambicano, que está em vigor desde finais do século XIX, quando Moçambique ainda era colónia de Portugal.

Dados da Procuradoria-Geral moçambicana indicam que o país registou mais de 14 mil casos de violência doméstica no ano passado, um quinto dos quais com crianças, o que equivale a um aumento de 4.629 casos comparativamente a 2007.
fonte: LUSA


apesar dessa controversa, temos que comecar de algum lado. isso ja e muito bom...

quarta-feira, 1 de julho de 2009

AVIÃO COM 150 PESSOAS CAI NO ÍNDICO PERTO DE COMORES, MAIS UMA TRAGEDIA AEREA EM MENOS DE UM MES.




Um Airbus 310 da companhia aérea Yemenia que viajava da Panínsula Arábica para as Ilhas Comores, despenhou-se esta terça-feira no Oceano Índico com cerca de 150 pessoas a bordo, informou fonte oficial.
A mesma fonte disse que a maioria dos passageiros daquele voo da companhia aérea estatal iemenita eram cidadãos de Comores - ilhas que fica entre Madagáscar e Moçambique, a sul das Seicheles - que regressavam de Paris.
Já foi encontrado um sobrevivente
Uma criança, passageira do Airbus A310-300 da companhia aérea Yemenia, que se despenhou hoje perto das Comores, foi encontrada "com vida" pelos socorristas, disseram fontes hospitalares locais.
“Uma criança foi encontrada com vida. Actualmente está no barco dos socorristas”, declarou um médico do hospital El-Maaruf, principal estabelecimento hospitalar da capital das Comores.
A informação foi confirmada pelo coordenador de operações de socorro do Crescente Vermelho.
O Airbus A310-300 da Yemenia despenhou-se hoje no Índico perto do arquipélago das Comores com 153 pessoas a bordo, incluindo franceses e comorenses, menos de um mês depois da queda de um A330 da Air France entre o Brasil e França no Atlântico, com 228 pessoas a bordo.

FONTE_ JORNAL O PAIS IN RTP, LUSA 30 JUNHO 2009 21:36